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sábado, 8 de janeiro de 2011

FRASES E PIADINHAS

FRASES:
 DOMINGO É AQUELE DIA QUE VOCÊ SÓ DÁ VALOR, QUANDO CHEGA A SEGUNDA-FEIRA.


NÃO DESISTA DOS TEUS SONHOS. CONTINUE DORMINDO!


 HOJE ACORDEI, ME OLHEI NO ESPELHO E DISSE:
 MAMÃE, MAS QUE OBRA DE ARTE!


DICA DE BELEZA:
ANDE SEMPRE COM UMA PESSOA MAIS FEIA QUE VOCÊ.

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PIADINHAS:


AULA DE SEDUÇÃO


MENINO: VOCÊ ACREDITA EM DEUS?
MENINA: SIM!
MENINO: ENTÃO, PELO AMOR DE DEUS FICA COMIGO?...


ESTELIONATO


UM ALUNO DE DIREITO É CHAMADO PELO PROFESSOR PARA UM EXAME ORAL:
- O QUE É ESTELIONATO?
RESPONDE O ALUNO:
- É O QUE O SENHOR ESTÁ FAZENDO.
O PROFESSOR, MUITO INDIGNADO:
- ORA ESSA, EXPLIQUE-SE!
DIZ O ALUNO:
- SEGUNDO O CÓDIGO PENAL, COMETE ESTELIONATO TODO AQUELE QUE SE APROVEITA DA IGNORÂNCIA DO OUTRO PARA PREJUDICÁ-LO.

* Extraído da A Tribuna Sudoeste-Edição 2196-Ano 42- Capão Bonito, 07 de Janeiro de 2011, página 03

créditos da imagem:



TENHAM UM BOM FIM DE SEMANA!!!!!!!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

MEIOS DE COMUNICAÇÃO: TELEVISÃO







Com a crescente aceleração das novas tecnologias, a mídia em geral influencia na Educação das novas gerações. A televisão especialmente encaixa-se nessa realidade, pois existem crianças e jovens que passam mais tempo em frente à televisão do que na escola.

A televisão leva um mundo paralelo à vida real, onde a grande parte dos programas, estão mais preocupados com os interesses comerciais, do que com outros assuntos que falam de aspectos sociais e educacionais.

Os adultos, muitas vezes, perdem o controle do que seus filhos assistem, é necessário ficar atentos e selecionar os conteúdos, saber diferenciar informação do conhecimento.

A linguagem da TV agrada os jovens e crianças, pois possui imagens com sons, recursos selecionados a dedo para prender a atenção, por isso que seduz tanto.
 A escola precisa usar a televisão como mais um recurso de aprendizagem, adaptar-se a essa realidade, pois não há como escapar dela.

O educador deve mediar e encontrar assuntos de interesses de seus alunos e direcionar essa influência que a TV possui sobre a criançada. Achar um meio-termo para desenvolver a imaginação da criança é um modo favorável de manter uma mente saudável, livre de preconceitos, que muitos programas oferecem.

Na sala de aula, o professor pode usar o recurso visual, a linguagem falada da televisão, utilizando o conteúdo da disciplina, relacionando com o cotidiano do aluno.
O ser humano desenvolveu essa tecnologia toda para o seu próprio desenvolvimento, para utilizá-la no seu ambiente. Bem orientado, o aluno desenvolverá seu espírito crítico e saberá discernir com critérios.





Material de apoio:



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

DIA DE REIS





No mundo inteiro em 06 de Janeiro, comemora-se o Dia de Reis. A data foi criada pelos cristãos (principalmente pelos católicos), para homenagear os três Reis Magos, coadjuvantes por assim dizer, do nascimento de Jesus Cristo.
Há pessoas que desmontam sua árvore de Natal apenas no dia de hoje!
Belchior, Gaspar e Baltazar eram reis do Oriente e guiados por uma estrela, chegaram até o lugar onde Jesus se abrigava. Levaram presentes ao menino Jesus: ouro, mirra e incenso.

A data é bastante expressiva na Europa, e seguem-se várias tradições. No Brasil também não é diferente, e em cada região há costumes bem peculiares.


fonte de pesquisa:
http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-de-reis.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/dia-de-reis/dia-de-reis-1.php







créditos da imagem:

QUE TIPO DE LEITOR EU QUERO SER?

QUE TIPO DE LEITOR QUERO SER?





A importância da leitura para nós, futuros professores, é muito significativa, pois precisamos constantemente nos atualizar, para adquirirmos o conhecimento adequado.

Enquanto aluna e pessoa, me enquadro naquela categoria que gosta de ler, mas não encontra tempo suficiente para me concentrar de forma completa em um bom livro.

Mas todo dia, nos damos conta que praticamos muitas formas de leitura, ao refletir sobre isso, não tinha me dado conta que ela tem várias facetas: por exemplo, as pegadas na areia, quando o homem do campo olha para o céu e verifica se vai chover, um músico lendo as notas de uma música em sua partitura, um público lendo os movimentos de um dançarino no palco, o olhar da pessoa amada, enfim existem muitos signos que são decifrados a todo o momento.

A leitura é isso, precisa ser decifrada e desvendada para ser entendida. Antes mesmo de falar e escrever já atribuíamos significados a comportamentos e situações.
Pretendo ser uma pessoa que ao ler um livro que provoque meu pensamento sobre determinado assunto, possa refletir e levar uma lição para minha vida tanto pessoal, como profissional, como já aconteceu com algumas leituras que já realizei.

Sabemos muito bem que o ato de ler nos ajuda a selecionar melhor as palavras, pois o saber escrever é muito valorizado.

Futuramente, quero ser uma leitora que consiga compreender melhor os textos e interpretá-los de acordo com as propostas apresentadas, e a partir dessa interpretação criar minhas próprias opiniões e pontos de vista.



Créditos das imagens:




MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.











quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

PRECONCEITO LINGUÍSTICO

PRECONCEITO LINGUÍSTICO

Para falar a verdade, nunca tinha ouvido falar no termo preconceito linguístico, apesar de já saber o que significa ao pesquisar para essa atividade. 

O preconceito linguístico é o que vemos corriqueiramente: o deboche, intolerância na forma como as pessoas se expressam. Por exemplo, quantas vezes você já tirou sarro da forma como as pessoas da zona rural, nordestinos, estrangeiros, índios e analfabetos funcionais falam? De nós mesmos, quando damos uma bola fora? Por exemplo, que já ouviu alguma pessoa falar estombo, ao invés de estômago? 

Ou nervo asiático, em vez de nervo ciático. Um que eu escuto sempre da minha mãe: pelamonia em vez de pneumonia.

Na verdade, o preconceito linguístico tem muito a ver com o preconceito social.

Só por que uma pessoa é desprovida de bens, ela é considerada inculta. Há uma atribuição da região em que em que se mora. Se a pessoa mora em uma região pobre, ela também é pobre, não só de dinheiro, mas de cultura. E é essa consciência que devemos mudar.

Quantas e quantas vezes já me perguntei por que cargas d’água, eu tenho que falar na forma culta, se eu não a utilizo no dia a dia, principalmente quando a professora dizia que era preciso  falar direito. Que meus antigos professores jamais leiam isso!

É necessário antes de tudo, levar em conta as variedades locais e regionais das pessoas. Por exemplo, os índios, muito poucas tribos têm a sua própria língua, que foram pouco a pouco, deixadas de lado.

Saber reconhecer a crise existente da língua portuguesa é um bom caminho para mudar esse enfoque. Algumas pessoas acreditam que a norma culta é um tanto ultrapassada, pois poucas pessoas têm acesso a ela no Brasil, não corresponde à nossa realidade. Falamos tá em vez de está, por exemplo.

O professor precisa estar atento a esses preconceitos em sala de aula, orientando o aluno à aceitabilidade, pois educar é encorajá-lo a se manifestar








Créditos da imagem:
http://jolunieuro2008.blogspot.com/2008/05/normalmente-quem-ouve-pessoas-de.html